POLÍTICA

Ampliação de armazém da Casemg na cidade terá estudo de viabilidade

Casemg fará estudo sobre possível ampliação de armazém em Uberaba. A medida foi anunciada durante visita do presidente do órgão

Gisele Barcelos
Publicado em 23/10/2013 às 14:20Atualizado em 19/12/2022 às 10:32
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Enerson Cleiton/PMU

Prefeito Paulo Piau e o presidente da Casemg, Francisco Correa, durante visita às instalações do armazém de Uberaba   Casemg fará estudo sobre possível ampliação de armazém em Uberaba. A medida foi anunciada ontem durante visita do presidente do órgão, Francisco Correa, à cidade. Acompanhado do prefeito Paulo Piau (PMDB), o dirigente conheceu a unidade local para dar início à análise do investimento.   Instalada em área de 17 mil hectares, a Casemg possui armazém com capacidade para estocar 45 mil toneladas. Correa avalia que será realizado um levantamento aprofundado da demanda de Uberaba e região para verificar a possibilidade ampliar a unidade, mas já sinaliza de forma positiva para a proposta apresentada pelo prefeito.    “A importância de Uberaba no cenário da produção de grãos em Minas Gerais e no Brasil faz com que nosso armazém tenha dimensão maior para colaborar com o agronegócio brasileiro. Vamos seguir instrução do Ministério da Agricultura e fazer um estudo para dar à nossa unidade uma dimensão à altura da capacidade produtiva da região”, salienta.   De acordo com o presidente da Casemg, o armazém ainda não atingiu a capacidade total prevista no projeto e ainda existe uma área grande sem atividade. Por isso, será importante a parceria com instituições públicas e também com a iniciativa privada para consolidar o investimento na estrutura.   Já o prefeito ressaltou que a companhia está reavaliando a infraestrutura de todas as unidades e espera que o resultado favoreça a competitividade da produção local.    Uberaba é o maior produtor de milho de Minas Gerais e o terceiro maior do Brasil. Por ano, Uberaba produz 448,2 mil toneladas do grão. A cidade também apresenta bom desempenho na cultura de soja: são 270,6 mil toneladas do produto, a segunda maior lavoura do Estado.   No entanto, as condições de armazenagem estão defasadas. Levantamento da Secretaria Municipal da Fazenda realizado em 2010 apontava que a capacidade máxima de armazenamento na cidade era de 456,2 mil toneladas, incluindo os silos particulares instalados em fazendas e também as empresas que atuam na locação do espaço. A última opção é considerada inviável para os agricultores porque aumenta o custo de produção.

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