Na carta, AA diz que ainda não chegou aonde quer, mas marcou um prazo que contempla o lado jurídico e político
Em correspondência dirigida aos aliados, aos quais agradece “a confiança depositada até agora”, o ex-ministro dos Transportes e ex-prefeito de Uberaba Anderson Adauto (PRB) faz um relato da sua situação eleitoral e adianta que marcou prazo até 5 de setembro para um desfecho envolvendo seu pedido de registro de candidatura a deputado federal nas eleições de 2014. AA foi barrado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) por conta de condenação em segunda-instância, por órgão colegiado, sendo enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
Ele recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ainda não julgou o pedido de registro, contudo, adianta aos aliados, os quais chama de “companheiros”, que seus advogados “dizem que não terei problemas. Vencendo a eleição, assumirei e exercerei normalmente o nosso mandato. Minha candidatura está registrada, regular, podendo praticar todos os atos de campanha e temporariamente sub judice”, prossegue Anderson Adauto na correspondência.
Na carta, AA diz que ainda não chegou aonde quer, mas marcou um prazo que contempla o lado jurídico e político, que vem a ser no dia 5 de setembro. Ele avalia que do dia 6 ao dia 4 de outubro haverá tempo suficiente para a campanha de rua, e em Uberaba, onde espera obter 65% dos votos para se eleger deputado federal, diz conseguir atingir os objetivos traçados em 20 dias. “Sendo possível, me aguarde até no máximo 5 de setembro próximo. Em 2015 você terá um companheiro, deputado eleito junto com a presidenta Dilma [Rousseff] reeleita”, encerra Anderson.
Ex-primeira-dama de Uberaba, Angela Mairink (PRB) também pediu registro para disputar o cargo de deputada federal no pleito e já está liberada pela Justiça Eleitoral. Se não conseguir o registro definitivo, AA deverá investir pesado na eleição da sua mulher e apostar na transferência dos votos.