Advogado Jacob Estevam de Oliveira, a pedido do secretário Antônio Oliveira, apresentou representação criminal contra a denunciante
Arquivo/Jairo Chagas
Toninho, por meio de seu advogado, nega as denúncias e faz representação criminal contra a autora
O advogado Jacob Estevam de Oliveira, a pedido do secretário Antônio Oliveira, apresentou representação criminal contra a denunciante. O objetivo é apurar até mesmo se a pessoa existe de fato, já que as supostas provas apresentadas são grosseiras.
A denúncia foi entregue ao MP, sem endereço, sem telefone e por uma suposta menor de idade. Segundo o advogado, o seu cliente quer apuração profunda e rigorosa dos fatos e suspeita do que classificou como “sujeira e armação de cunho político”.
Jacob também estranha o fato de a denunciante se dizer menor de idade. “Se de fato a moça for menor de idade, teria de estar representada, mas não foi o caso e nem deveria a denúncia ser feita à Promotoria do Patrimônio Público, e sim no Juizado de Menores ou na Promotoria da Infância e Juventude, ou seja, está tudo muito estranho”, disse.
Antônio Oliveira afirma categoricamente que não conhece a denunciante e que jamais fez algum tipo de contato com a mesma. Para o advogado Jacob Estevam, trata-se de uma armação grotesca e de fácil percepção, uma fraude que será desvendada facilmente.
O advogado afirmou que vai pedir perícia no aparelho da denunciante, isso se ela de fato existir ou aparecer para confirmar o teor das denúncias. “É absurdo o que as pessoas são capazes de fazer. Ficou claro para nós a armação, a montagem grotesca para condenar alguém previamente. Vamos até as últimas consequências. Não se pode macular a imagem das pessoas dessa forma. Estamos assistindo a uma verdadeira banalização da honra. Qualquer um pode montar qualquer coisa e denunciar no Ministério Público. Pronto, a honra e a dignidade das pessoas ficam maculadas, mesmo que depois se prove o contrário”, disse.
Jacob chamou atenção até mesmo para o linguajar incomum utilizado na suposta troca de mensagens. “Ridículo, nada a ver com a postura do meu cliente e isso também será provado nos autos”, disse.
Por fim, o advogado defende que a honra do secretário seja preservada, já que tal conversa jamais existiu e não pode ser propagada como fato. “Reafirmo que isso nunca existiu, confio no meu cliente, que está muito abalado com essa mentira. A sociedade não pode aceitar esse tipo de coisa. Queremos que essa moça de fato apareça e apresente provas concretas. O meu cliente colocou o seu sigilo telefônico à disposição da Justiça e nós vamos até as últimas consequências para provar essa verdadeira calúnia”, finalizou.
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