POLÍTICA

Ausente da disputa, ex-prefeito vai se dedicar às campanhas do PT

De fora da disputa em 2014, na condição de candidato, o ex-prefeito Anderson Adauto deverá dedicar-se mais ainda à reeleição de Dilma Rousseff

Renata Gomide
Publicado em 14/09/2014 às 16:11Atualizado em 17/12/2022 às 03:41
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De fora da disputa eleitoral em 2014, na condição de candidato, o ex-prefeito Anderson Adauto (PRB) deverá dedicar-se mais ainda à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), cuja campanha em Minas Gerais já integra. “Acredito que o projeto do PT terá continuidade, será vitorioso no segundo turno”, disse ele ontem após anunciar que desistiu da disputa a deputado federal por problemas jurídicos.

Anderson conta que esta semana estará em Belo Horizonte, onde pretende manter contato com a equipe da campanha dos candidatos a governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e ao Senado, Josué Alencar (PMDB), quando deverá afinar sua participação no processo. “A cada dia o Pimentel consolida sua frente eleitoral. Será importante ter alternância de poder em Minas”, avalia AA.

Segundo pesquisa Datafolha, realizada nos dias 8 e 9 de setembro de 2014, o petista segue na liderança à corrida ao Palácio Tiradentes, com 34% das intenções de voto. Pimenta da Veiga (PSDB) tem 23%; Tarcísio Delgado (PSB), 3%; Eduardo Ferreira (PSDC) e Fidélis (Psol), 2% cada um, e com 1% de intenção de voto, cada, aparecem o Professor Tulio Lopes (PCB) e Cleide Donária (PCO).

O levantamento mostrou ainda que um terço dos eleitores está sem candidato (35%), sendo que 26% estão indecisos e 9% pretendem votar em branco ou nulo. O Datafolha entrevistou 1.295 eleitores em 54 municípios do Estado. A margem de erro máxima é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, para o total da amostra.

Após o resultado do pleito, Anderson diz que passará a avaliar com mais atenção a possibilidade de efetivamente buscar a eleição para prefeito em 2016. Ele reforça que ao deixar o governo municipal, no fim de 2012, saiu da Prefeitura e a Prefeitura dele, tanto que não saiu criticando os atos do seu sucessor, Paulo Piau (PMDB). “Governei na plenitude e cabe à população, amanhã, fazer um paralelo entre o meu governo e o dele, caso eu saia candidato, e ele tente a reeleição, o que hoje é quase uma obrigação”, diz Anderson, que também espera o surgimento de outras forças políticas para o pleito de 2016.

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