A Câmara Federal divulgou os gastos dos deputados com a chamada Cota Parlamentar. Dos parlamentares que representam Uberaba no Congresso, nem um deles extrapolou o limite.
O deputado federal Caio Narcio (PSDB) liderou os gastos com a cota no mês de setembro. De acordo com o site da Câmara Federal, o tucano utilizou R$30.984,23 (o teto para os parlamentares mineiros é de R$31 mil). As maiores despesas foram com a divulgação da atividade parlamentar, R$21.330, e com combustíveis e lubrificantes, R$3.807,98.
Em segundo lugar ficou Zé Silva (SD), que declarou a utilização de R$20.550,92. Entre as principais despesas estão locação e fretamento de veículos, R$8.960; divulgação da atividade parlamentar, R$4.150; combustíveis e lubrificantes, R$3.382,96; telefonia, R$1.856,80, e hospedagem, R$1.588.
Já Marcos Montes (PSD) gastou R$17.541,78. Entre as principais despesas cobertas com o benefício estão consultoria e pesquisa, R$10 mil; divulgação da atividade parlamentar, R$3.600; combustíveis e lubrificantes, R$2.179,59, e telefonia, R$1.361,23.
Na prestação de Aelton Freitas (PR) consta um total de gastos de R$16.536,39. E as maiores despesas foram divulgação da atividade parlamentar, R$6 mil; manutenção de escritório, R$2.920; combustíveis e lubrificantes, R$2.736,20; serviços postais, R$2.045,45, e hospedagem, R$1.581.
E, por fim, Adelmo Carneiro (PT), que aparece com gastos de R$3.224,39. A maior despesa foi com combustíveis e lubrificantes, R$2.224,07.
A cota só pode ser utilizada com passagens aéreas; telefonia; serviços postais; manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar; assinatura de publicações; fornecimento de alimentação ao parlamentar; hospedagem; outras despesas com locomoção, contemplando locação ou fretamento de aeronaves, veículos automotores e embarcações, serviços de táxi, pedágio e estacionamento e passagens terrestres, marítimas ou fluviais; combustíveis e lubrificantes; serviços de segurança; contratação de consultorias e trabalhos técnicos; divulgação da atividade parlamentar, exceto nos 120 dias anteriores às eleições; participação do parlamentar em cursos, palestras, seminários, simpósios, congressos ou eventos congêneres, e para complementação do auxílio-moradia. Os parlamentares ainda têm direito à verba de gabinete usada para pagar funcionários, que totaliza R$92 mil. Cada parlamentar pode contratar até 25 pessoas.