POLÍTICA

Câmara é chamada a intermediar negociações entre guardas e PMU

A Câmara de Uberaba foi chamada a intermediar as negociações entre a Guarda Municipal e a Prefeitura, na tentativa de evitar que a categoria entre em greve a partir de amanhã, dia 12

Renata Gomide
Publicado em 11/12/2013 às 11:23Atualizado em 19/12/2022 às 09:51
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Jairo Chagas

Presidente Elmar Goulart disse que vai esgotar ao máximo o diálogo para evitar a deflagração de greve dos GMs     A Câmara de Uberaba foi chamada a intermediar as negociações entre a Guarda Municipal e a Prefeitura, na tentativa de evitar que a categoria entre em greve a partir de amanhã, dia 12, como acordado em assembleia. A interferência do Legislativo na contenda tem o aval do prefeito Paulo Piau (PMDB), informa o presidente Elmar Goulart (SDD), que ontem foi procurado por três GMs, os quais também falaram com o chefe do Executivo, rapidamente, quando ele deixava a Casa após se reunir com os vereadores.   “Pedimos a ele [Piau] que ouvisse aos três. O prefeito explicou que se atender às necessidades da Guarda, estará abrindo espaço para as demais categorias”, conta Elmar, que ficou com a incumbência de auxiliar nas negociações. A categoria solicita melhoria salarial, o aumento da gratificação por produtividade para R$1.200 e a criação imediata do adicional de periculosidade.   O prefeito já disse que enquanto houver ameaça de greve não receberá os guardas, além de alegar não ter condições de atender demandas isoladas, sugerindo deixar as solicitações do grupo para a pauta de negociação geral do funcionalismo em 2014.   “Vamos esgotar ao máximo o diálogo”, defendeu Elmar, para quem se houver greve, os prejuízos serão para a comunidade. “Vamos resolver de forma tranquila”, acredita o presidente do Legislativo, que após essa reunião, comandou a segunda plenária do mês. Trânsito. Durante a sessão desta terça, o vice-presidente do Legislativo, vereador Samir Cecílio (SDD), revelou que desde o início do ano ele os colegas encaminharam 2.098 requerimentos e/ou moções ao Executivo, solicitando ações diversas para o trânsito.   A apresentação dos números resultou de uma cobrança feita por um ouvinte da Rádio JM, quando Samir participou do programa Linha Aberta pela manhã. “O vereador não tem poder de fazer mudanças no trânsito porque atua indiretamente através de requerimento ou moções”, lembrou, acrescentando que as demandas são encaminhas à Prefeitura, que tem a competência de executá-las.

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