Eleito prefeito de Uberaba, Paulo Piau fez a campanha mais cara entre as seis que foram colocadas para a sucessão
Eleito prefeito de Uberaba, Paulo Piau (PMDB) fez a campanha mais cara entre as seis que foram colocadas para a sucessão municipal de 2012. Segundo sua prestação de contas apresentada à Justiça especializada – e já disponível para consulta no site do Tribunal Superior Eleitoral –, foram gastos R$4.483.496,03. O principal financiador do peemedebista, que utilizou tudo que arrecadou, foi o seu partido.
Considerando as instâncias nacional e estadual, o PMDB doou R$2.172.551,53. O próprio Piau garantiu o repasse pessoal de R$673 mil à campanha, que também recebeu doações das construtoras Central do Brasil (R$200 mil) e Nóbrega Pimenta (R$250 mil). Esta última também contribuiu com a campanha de Antônio Lerin (PSB) – R$70 mil –, que foi às urnas no segundo turno do pleito contra o peemedebista.
Lerin arrecadou R$2.671.915,58 e gastou R$2.739.268,86. Seu partido também bancou a maior parte das doações: R$945 mil que vieram das direções nacional e estadual. O presidente local da agremiação, Irizon Amaral, também doou R$210 mil, enquanto o próprio candidato contribuiu com R$300.811. Tanto o pessebista quanto Piau entregaram suas contas finais de campanha dentro do prazo estabelecido pela legislação eleitoral.
Wagner do Nascimento Júnior (PTC), que disputou o primeiro turno do pleito, arrecadou e gastou R$225.384,50; Fahim Sawan (à época da campanha no PSDB, hoje sem partido) aplicou R$580.838,6; Adelmo Leão (PT), R$ 552,632; Edson Santana (PPS), R$1.680, e Rodrigo Mateus (PMDB) – que participou de parte do pleito –, R$3,5 mil.