Prefeitura desembolsou R$ 580 mil para realização do carnaval este ano, sendo aproximadamente R$ 40 mil com despesas de publicidade. Conforme a assessoria de imprensa da PMU, os gastos com publicidade englobam as veiculações em rádio, televisão, outdoor e mídia impressa.
Planilha de custos inicial somava R$ 538,4 mil para organização da folia, mas ainda não estava incluso o montante destinado à divulgação e ao cachê da banda Companhia do Pagode, de R$ 3 mil, que foi confirmada às vésperas do primeiro dia de festa.
Do total, R$ 244 mil foram aplicados na estrutura do evento, como arquibancadas (R$ 56 mil), montagem de som e iluminação (R$ 64,5 mil), banheiros químicos (R$20 mil), que, juntos, correspondem a mais da metade das despesas. Neste item, a Prefeitura também desembolsou R$ 8 mil para contratar 100 seguranças particulares.
Para contratação das bandas, foram gastos mais R$ 41 mil, já incluindo o cachê da Cia. do Pagode. A verba liberada para as escolas de samba e blocos carnavalescos totaliza R$ 244,8 mil, sem contar os R$ 7,5 mil destinados à premiação das campeãs e vice-campeãs do desfile. O festival de samba enredo custou sozinho R$ 3,1 mil.
Já para comemoração do aniversário da cidade, as despesas foram menores. Ao todo, a Prefeitura gastou R$ 20 mil na contratação de 21 artistas, incluindo as apresentações das serestas, montagem de tendas, iluminação, lanche e transporte. Conforme a assessoria de imprensa, o restante da estrutura montada no Mercado Municipal já existe dentro do mutirão da cidadania e com rubricas específicas de custeio.
Questionado se não teme retaliações da oposição devido aos gastos em período de contenção no orçamento, o prefeito Anderson Adauto (PMDB) rebate: “O resultado das urnas me deu direito de tomar decisões. Oposição irá falar sempre, estou acostumado com as críticas da oposição. Achei por bem comemorar o aniversário da cidade de forma simples, na linha de prestação de serviço, e gastamos pouco”.