POLÍTICA

Caso de funcionários fantasmas na Alemg vai para MP

Caso dos funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Alemg) vai parar no Ministério Público

Gisele Barcelos
Publicado em 28/02/2013 às 10:48Atualizado em 19/12/2022 às 14:28
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  Assembleia Legislativa de Minas fez análise técnica do caso e classificou o caso como improbidade administrativa   Caso dos funcionários fantasmas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (Alemg) vai parar no Ministério Público. A denúncia foi encaminhada por meio da ouvidoria do órgão na terça-feira (26) à noite, passou por análise técnica e foi classificada no mesmo dia como assunto referente a improbidade administrativa. O caso agora está aguardando avaliação da 17ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, em Belo Horizonte.    No material protocolado junto ao Ministério Público foi relembrada a situação do genro e do cunhado do secretário municipal de Saúde, Fahim Sawan. Ambos eram nomeados em cargos de confiança na Assembleia Legislativa, mas desempenham atividades profissionais em empresas particulares de Uberaba durante a semana. Após o questionamento feito pela reportagem do Jornal da Manhã, a Alemg comunicou apenas que os dois funcionários seriam exonerados. A medida foi oficializada no Diário do Legislativo publicado no sábado (23).   D.G.V.B. foi nomeado para o cargo em comissão de assistente legislativo I, estando lotado no gabinete da liderança do Bloco da Transparência. Apesar da função ocupada na Assembleia, o genro de Fahim trabalhava de segunda a sexta-feira em duas empresas particulares da cidade. A situação foi comprovada pela reportagem por meio de contato telefônico. A denúncia protocolada no MP reforça que o cargo exigia a permanência do funcionário em Belo Horizonte.   Já o cunhado, L.G.M., tinha nomeação para o cargo de auxiliar de serviços de gabinete II e era lotado no gabinete dos deputados. Mesmo com a jornada diária de oito horas na Assembleia, ele também prestava serviços em empresa da cidade durante a semana.   Em virtude do encaminhamento do caso à Promotoria, a reportagem consultou a Assembleia Legislativa sobre as medidas que seriam tomadas a partir de agora para evitar que situações semelhantes tornem a acontecer. Entretanto, o posicionamento oficial da Casa é que as providências necessárias já foram tomadas, por meio da exoneração dos funcionários citados na denúncia.

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