A Companhia Operacional de Desenvolvimento, Saneamento e Ações Urbanas (Codau) publicou no Porta-Voz, órgão oficial do município, o extrato do contrato de prestação de serviços 36/2021, para execução de reforma e adequação do vestiário do Centro de Reservação II, no bairro Fabrício.
O custo da reforma, conforme o despacho, é de R$180 mil. A empresa contratada é a Sanioto Construções Eireli, que terá o prazo para a execução dos serviços de no máximo 90 dias corridos, a partir da entrega do projeto executivo.
Questionada pela reportagem do Jornal da Manhã sobre o custo da reforma do vestiário, a direção da Codau informou que se trata de uma obra civil de reforma hidrossanitária e elétrica em uma área de 116 metros quadrados, buscando adequar toda a infraestrutura, bem como atender às normas de acessibilidade.
Ainda segundo a direção da Codau, a obra é destinada para o público de 100 servidores, incluindo banheiros masculino e feminino (que antes não existiam), com chuveiros e vestiários. A empresa vencedora será responsável por elaborar o projeto executivo das instalações elétricas e sanitárias e executar as demolições e novas construções em alvenaria; revestimentos; forro; pintura; esquadrias; louças e metais; bancadas; espelhos e acessórios, e fazer a remoção do entulho.
A Codau informou, também, que participaram do pregão eletrônico três empresas de Uberaba e a que ofertou menor preço foi a Sanioto Construções Eireli, no valor global de R$180.499,88. O valor estimado no edital era de R$230.889,43, gerando, portanto, economia de 21,82% para a administração pública, o equivalente a R$50.389,55 de redução.
Sobre o orçamento para execução, conforme a Codau, é baseado na Tabela Sinapi, da Caixa Econômica Federal, usada como uma referência em nível nacional, com valores estimados de região para região.
“Há que se observar que o custo da construção civil chegou a um patamar muito elevado durante esta pandemia. Trata-se de um benefício para os servidores, pois as instalações atuais, que necessitam de reforma há mais de 10 anos, encontram-se em condições precárias e inadequadas. A concorrência foi realizada atendendo a todos os requisitos da lei de licitações e o valor ofertado está dentro das tabelas de referências”, frisou o presidente da Codau, José Waldir de Sousa Filho.