POLÍTICA

Codau contrata empresa para revisar projeto da Prainha e depois retomar obra

Gisele Barcelos
Publicado em 29/06/2021 às 21:07Atualizado em 18/12/2022 às 15:03
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Foto/Divulgação

Com parte da obra realizada, barragem da Prainha passa por revisão de projeto, que deve durar de quatro a seis meses, para posterior retomada do serviço

Para viabilizar retomada da obra da represa no rio Uberaba, Codau finalizou esta semana a contratação de empresa para a revisão do projeto técnico da barragem e fiscalização. No entanto, ainda não foi estabelecida data para a construção ser reiniciada.

Em entrevista à Rádio JM ontem, o presidente da Codau, José Waldir de Souza Filho, manifestou que a empresa contratada para a revisão do projeto terá um período para realizar o trabalho. A retomada da obra da barragem só acontecerá após a entrega do projeto revisado. “Não podemos bater esse martelo porque a empresa vai ter o prazo para fazer adequação do projeto”, pondera.

José Waldir explica, ainda, que existe a possibilidade de a revisão técnica no projeto da represa ser feita por etapas. Desta forma, a obra poderia ser gradualmente retomada por trechos, à medida que fossem feitas as adequações e vistorias. Porém, ainda não há nada definido.

Segundo o presidente da Codau, a estimativa é algo em torno de quatro a seis meses para concluir a adaptação do projeto técnico da barragem. Com isso, a perspectiva inicialmente seria para a retomada na obra da represa somente no fim do ano. “A previsão é estar com o projeto revisto até dezembro. Estando pronto, aí retoma a obra”, salienta, destacando que dentro desse cronograma a construção seria finalizada no fim de 2023 ou início de 2024.

Apesar das alterações no projeto técnico, o dirigente da companhia assegurou que não haverá troca na empresa contratada para realizar a implantação da barragem. Com isso, não se espera mais atrasos na obra por necessidade de abertura de nova licitação. “A execução da obra continua com a mesma empresa”, pondera.

Questionado, José Waldir argumenta que ainda não é possível precisar se haverá aditivos para aumentar o valor do contrato para a obra da represa. De acordo com ele, a resposta dependerá do que for apontado no fim da revisão do projeto. 

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