POLÍTICA

Com resistência no Legislativo, Zema deixa privatização de estatais para 2021

O governador justificou que será necessário mais prazo porque se trata de uma transação complexa

Gisele Barcelos
Publicado em 28/08/2019 às 23:03Atualizado em 17/12/2022 às 23:48
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Intensamente defendidas durante a campanha eleitoral no ano passado, privatizações da Cemig, da Copasa e da Gasmig são postergadas pelo governo Romeu Zema (Novo). Em entrevista ontem em São Paulo, ele manifestou que a privatização das empresas pode ficar para 2021. 

De acordo com o governador, medidas já foram tomadas para vender a participação da Cemig na Light e o mesmo será feito em breve quanto à Taesa, Belo Monte, Santo Antônio, Renova. Ele ressalta que isso pode ser feito de forma mais rápida ainda este ano porque não há necessidade de aprovação da Assembleia Legislativa. A proposta de privatização da Cemig é alvo de resistência dos deputados estaduais, porém Zema não mencionou o embate com os parlamentares entre os motivos para postergar a venda da estatal.

O governador justificou apenas que será necessário mais prazo porque se trata de uma transação complexa. “Privatização mesmo da Cemig, da Copasa, da Gasmig, que dependem de aprovação em Assembleia, provavelmente serão feitas no segundo semestre do ano que vem ou em 2021. Será um processo mais lento, inclusive pelo porte dessas empresas", disse.

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