POLÍTICA

Comissão de ética do PSC irá apurar denúncia contra vereador Wander

Gisele Barcelos
Publicado em 14/07/2021 às 18:17Atualizado em 19/12/2022 às 02:57
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Pedido de cassação contra o vereador Wander Araújo (PSC) deve desaguar em comissão de ética do partido em Uberaba. O suplente e autor da denúncia, Wesley Silva Gomes (PSC), pode responder internamente ao comando da sigla se não comprovar as acusações de nepotismo feitas contra o parlamentar.  Em entrevista à Rádio JM nesta quarta-feira (14), Wander declarou que o posicionamento do suplente será apurado pela comissão de ética do PSC, mas assegurou que a análise será feita por todo o grupo e nenhuma medida pode ser adiantada no momento.    “Eu não respondo pelo partido, tem toda uma diretoria [...] e toda a comissão que vai fazer análise. A equipe técnica será ouvida para ver como lidar com essas denúncias injustas dele”, manifestou.   De acordo com o parlamentar, o suplente apresentou o pedido de cassação com o objetivo exclusivo de conseguir a vaga na Câmara Municipal.    “Não tem outra explicação. Ele é o suplente. Teve 600 e poucos votos e perdeu nas urnas. Acho que ele tem intenção de tomar o meu lugar e se tornar vereador. Não o culpo. Está no direito dele. Cabe a mim entrar com defesa e provar que não tenho culpa nenhuma”, ressalta.    No pedido de cassação, Wesley acusou o vereador de nepotismo direto por nomear o ex-sogro para um cargo na equipe de gabinete e aponta que a situação se enquadra como ato de improbidade ou corrupção, o que justifica o afastamento do parlamentar e a perda do mandato. O autor da denúncia é o primeiro suplente da chapa proporcional do PSC e assumiria a vaga se Wander for cassado.    À espera de posicionamento oficial sobre o pedido, Wander novamente defendeu que a denúncia de nepotismo não tem fundamento. Ele posiciona que nunca foi casado ou teve união estável com a mãe do filho. Por isso, não haveria qualquer irregularidade na nomeação do ex-sogro como assessor de gabinete. Segundo o parlamentar, todos os documentos para comprovar a situação foram apresentados ao Legislativo e também serão levados ao Ministério Público, se necessário.   Conforme apurou a reportagem do Jornal da Manhã, o departamento jurídico da Câmara já concluiu a análise do pedido de cassação contra Wander e emitiu parecer pelo arquivamento da denúncia. No entanto, ainda não houve o posicionamento final do presidente da Casa, Ismar Marão, sobre o caso. 

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