POLÍTICA

Compras da Prefeitura visam evitar experiência ruim do governo AA

Anderson Adauto não quer que seu sucessor, Paulo Piau, passe pela experiência ruim que vivenciou ao assumir o primeiro mandato

Renata Gomide
Publicado em 20/11/2012 às 00:15Atualizado em 19/12/2022 às 16:10
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O prefeito Anderson Adauto (sem partido) não quer que seu sucessor, Paulo Piau (PMDB), passe pela mesma experiência “ruim” que vivenciou ao assumir seu primeiro mandato à frente da Prefeitura – em 2005 –, quando encontrou uma estrutura desabastecida. É dessa forma que o secretário Rômulo Figueiredo (Administração) justifica os aditivos a contratos em vigor e os novos pregões eletrônicos lançados pelo atual governo.

Na prática, a medida visa a manter os estoques de produtos essenciais, diz Rômulo, lembrando que quando AA assumiu a PMU, sua equipe encontrou a estrutura desfalcada, e, agora, não deseja o mesmo para o prefeito eleito, que toma posse dia 1º de janeiro. O secretário de Administração ainda acrescenta que os aditamentos têm prazo determinado, portanto, o sucessor de Anderson poderá, caso queira, cancelá-los no primeiro dia de trabalho.

A última edição do órgão oficial do Município, jornal Porta-Voz – que circulou online na quarta-feira (14) –, trouxe, por exemplo, que a PMU firmou contrato de R$14.500 com a empresa União Alimentos Básicos para a compra de café e açúcar (três toneladas e meia) visando a atender à Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, o Executivo abriu concorrência para a compra de medicamentos, móveis, equipamentos de informática, papel sulfite e bloqueador solar.

De acordo com Rômulo, objetivo é manter os estoques reguladores. “Nossa preocupação é que o novo governo não encontre as mesmas dificuldades que enfrentamos e funcione normalmente”, reiterou. A PMU também prorrogou por um ano o contrato com a Integral Engenharia, responsável pelas obras das travessias urbanas da BR-262 com a BR-050, conforme convênio realizado com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

O secretário José Eduardo Rodrigues da Cunha, o “Zé da Égua” (Infraestrutura), explica que o ato permitirá a conclusão do serviço no trecho compreendido entre o conjunto Volta Grande e o Residencial 2000. Os recursos são oriundos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Ele também informa que uma revisão no projeto provocou atraso no cronograma. De acordo com o titular da Pasta, o aditivo para o encerramento das obras do Casarão da família Furtado, na praça Rui Barbosa – o local irá abrigar a Casa do Patrimônio Histórico e Artístico de Uberaba –, visou a garantir a restauração do imóvel, que pegou fogo ano passado.

O contrato com a empresa responsável pelas obras, a RCA, também foi prorrogado até 6 de fevereiro; o mesmo ocorreu em relação à Nasman Indústria, Comércio e Construções, visando à confecção e implantação da sinalização turística de Uberaba, serviço que executado com recursos do Ministério do Turismo, informa José Eduardo.

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