Depois de acréscimo de R$ 174 mil nas despesas mensais do município para criação da Secretaria Municipal de Planejamento, a Coordenadoria de Políticas Públicas corre o risco de não sair do papel. Anunciada também no início do segundo mandato, a nova pasta dependerá do desempenho da arrecadação no quadrimestre para se concretizar. A afirmação é do prefeito Anderson Adauto (PMDB).
Segundo AA, a equipe da administração está empenhada em organizar e enxugar os departamentos. Agora ele espera o balanço do impacto na receita da Prefeitura em abril para decidir se a coordenadoria será realidade, assim como outros projetos previstos para serem implementados. “Preciso ver a relação percentual da folha de pessoal na arrecadação e a partir daí veremos se existem condições efetivas”, afirma.
Questionado se o prazo informado às lideranças do PT é possível, ou seja, a criação da coordenadoria em maio, Anderson desconversa e justifica que está sendo coerente, pois fará a análise ainda este mês da viabilidade financeira do projeto. Sobre a indicação de Marilda Ribeiro Resende (PT) para comandar a pasta, o prefeito reforça que ela tem todas as condições de chefiar o trabalho voltado a políticas públicas para mulheres.