POLÍTICA

Equipe de governo contempla minoria dos partidos aliados

A composição do secretariado do Governo Paulo Piau contemplou uma pequena parte da gama de partidos que...

Publicado em 01/01/2013 às 15:32Atualizado em 19/12/2022 às 15:31
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A composição do secretariado do Governo Paulo Piau contemplou uma pequena parte da gama de partidos que o apoiou durante a corrida à sucessão municipal. Se no primeiro turno ele seguiu com oito siglas, ao final da campanha eram 17, sendo que sua agremiação, o PMDB, conquistou até agora ao menos três posições: Fernando Hueb, na Chefia de Gabinete; Maurides Dutra, na Codiub, e Mauro Alves, na Controladoria Geral.

Os dois primeiros integraram a Comissão Interventora do PMDB que garantiu a candidatura de Piau a prefeito, já que a grande maioria do Diretório apoiava o nome de Rodrigo Mateus para a disputa. Alves e Dutra são cotados também para integrar o próximo comando do partido, que será definido ainda em janeiro. A relação de nomes que comporá a provisória peemedebista está nas mãos do presidente estadual da sigla, o deputado federal Antônio Andrade, o Toninho.

O Democratas conquistou dois cargos, com Luiz Neto no Codau e Éclair Gonçalves – presidente do partido –, de volta ao Procon, que ela dirigiu durante a gestão do prefeito Marcos Montes, ele um ex-filiado que deixou a legenda para fundar em Uberaba o PSD, que marchou com Antônio Lerin no pleito de 2012. O PCdoB comandará a Fundação Cultural. O PR, do vice-prefeito Almir Silva, que será secretário de Desenvolvimento Social, terá outras duas Pastas: Fazenda e Assuntos Estratégicos.

O PTC, de Wagner Júnior, conquistou a Cohagra, enquanto o PDT, que esteve rachado no pleito e subiu em ao menos três caminhões durante a disputa eleitoral, vai comandar a Comunicação. Na relação anunciada ontem, apenas Paulo Leonardo Vilela Cardoso, Wellington Cardoso Ramos, Fahim Sawan, Jaine Basílio e Silvana Elias, que na administração MM foi secretária de Ação Social, não têm filiação partidária.

“Trabalhamos com 17 partidos no segundo turno e cada um quer ter seu representante no primeiro escalão; não temos tudo isso de secretaria, mas acho que chegamos a um equilíbrio satisfatório”, disse Paulo Piau, que reiterou a intenção de fazer uma auditoria na Prefeitura, bem como uma consultoria para um diagnóstico do Município, independentemente da falta de recursos em caixa e da dívida de R$ 69 milhões de curto prazo (12 meses).

Segundo ele, objetivo é buscar os dados verdadeiros sobre as contas e o processo de gestão da PMU, ao que, quando questionado sobre como fazer isso sem dinheiro em caixa, afirmou: “Digo que quem está à beira da morte, sem dinheiro, precisando de um remédio, não pode ficar sem. Nós estamos à beira da morte financeiramente, precisando de um remédio, sem dinheiro para comprá-lo, mas planejar é fundamental para recuperar a Prefeitura”.

O prefeito, contudo, não disse como será a engenharia para buscar esses recursos. Ao revelar parte do seu secretariado, Piau voltou a declarar que tem o desafio de ser o melhor prefeito, ou seja, superar seu antecessor, Anderson Adauto (sem partido) eleito para o posto por um grupo de entidades de classe que forma o G-9. Ainda de acordo com ele, seus colaboradores têm a missão de se dedicar ao máximo e exclusivamente aos cargos para os quais foram indicados, já que não irá admitir que a “Prefeitura seja um bico”.

Na relação ora anunciada estão profissionais liberais, como Fernando Hueb (dentista), Carlos Bracarense e Paulo Leonardo Vilela (advogados), Fahim Sawan e José Renato Gomes (empresários), Silvana Elias (consultora), Wellington Cardoso (jornalista e colunista), entre outros. (RG)

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