Reunião com engenheiro da Superintendência Regional de Saúde foi programada para 4 de janeiro para identificar as adequações a serem realizadas no prédio do Centro de Saúde Eurico Vilela
Foto/Enerson Cleiton/PMU
Ontem, reunião em que o assessor técnico da Coordenação Estadual de Urgência e Emergência apresentou as diretrizes
Equipe técnica começará a desenvolver projeto estrutural para implantação da sede provisória do Samu Regional após o recesso de fim de ano. Reunião com engenheiro da Superintendência Regional de Saúde foi programada para o dia 4 de janeiro para identificar as adequações a serem realizadas no prédio do Centro de Saúde Eurico Vilela, na rua 13 de Maio.
As diretrizes para dar continuidade ao processo de implantação do Samu Triângulo Sul foram repassadas ontem pelo assessor técnico da Coordenação Estadual de Urgência e Emergência, Christian Prata Lima. Ele assegura que existem recursos disponíveis para a reforma do prédio onde funcionará o serviço, mas a verba será liberada somente após a apresentação do projeto estrutural da sede provisória e do orçamento para execução da obra.
O assessor salienta que o Ministério da Saúde estabelece parâmetros técnicos mínimos para a instalação da base operacional do Samu e os critérios precisam ser analisados para definir as adaptações necessárias no espaço físico. “Assim que tiver projeto e a planilha de custo, será celebrado convênio com o Estado para a readequação e ampliação das instalações. Estamos trabalhando com primeiro semestre de 2016 para estar com essa parte concluída”, salienta.
Lima explica que, após a adaptação do prédio onde será instalada a base operacional, um segundo convênio será firmado para a implantação efetiva do Samu Regional. O assessor técnico lembra também que as ambulâncias para os 27 municípios da região devem chegar até abril. Com isto, a expectativa é o início das operações no segundo semestre do próximo ano. O representante do governo estadual confirma que o projeto são 24 ambulâncias para o Triângulo Sul, sendo cinco unidades de suporte avançado e 19 de suporte básico.
Por outro lado, ainda não há definição sobre o suporte aéreo. De acordo com o assessor, a questão está sendo discutida e há um planejamento futuro para oferecer o serviço em todo o Estado, mas não foi especificada data para o início das operações. “Hoje a gente tem somente um helicóptero sediado em Belo Horizonte. A intenção é expandir para o resto do Estado com mais quatro aeronaves em pontos estratégicos. Teria um no Triângulo Mineiro, mas não sabemos se a sede seria na parte Norte ou Sul. Ainda não tem definição. Tudo está apenas na fase de planejamento”, conclui.