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Chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), João Pinho falou do possível avanço, mas não especificou a região
Estado pode liberar na próxima semana algumas regiões para avançar à onda verde do “Minas Consciente”, a última etapa do plano de reabertura gradual da economia que permite a volta de atividades consideradas de alto risco de contágio. A informação foi dada ontem em entrevista coletiva pelo chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), João Pinho, mas não foram especificadas quais regiões estão em estudo para serem enquadradas na fase final do programa.
Atualmente, nenhuma região do Estado está na onda verde. No entanto, o chefe de gabinete posicionou que os índices epidemiológicos da próxima semana podem sinalizar quais regiões estão aptas para avançar à última etapa do “Minas Consciente”.
Segundo Pinho, tudo vai depender da evolução dos dados e da estabilidade verificada em cada região. "A gente colocou uma regra no plano que para se avançar à onda verde, precisa-se de quatro semanas de onda amarela. Quando chegar no fim desses 28 dias, e na semana que vem nós poderemos ter isso para algumas regiões, se o indicador for suficiente a gente vai ter algumas regiões que poderão ir para a onda verde e ter algumas outras atividades, como turismo, mesmo que com protocolos restritos”, afirmou.
A nova versão do plano estadual de retomada da atividade econômica teve início em 6 de agosto. Com isso, os 28 dias de prazo para que uma região em nível amarelo adote o protocolo mais amplo (verde) serão concluídos em 3 de setembro. Por isso, é esperado que o governo mineiro já deverá ter dados de quem poderá avançar no fim da próxima semana.
Considerando que Uberaba faz parte do Triângulo Sul e a macrorregião desde o início de agosto está enquadrada na onda amarela, existe a possibilidade de estar entre os locais liberados para avançar para a fase verde, já que não houve retrocesso em nenhuma semana até o momento.
Apesar do otimismo, o chefe de gabinete lembrou que ainda é preciso ter cautela e nada impede que as regiões também regridam no programa se os dados não forem positivos. “A gente avalia esses dados diariamente no âmbito da Secretaria de Saúde e semanalmente a gente os manda para o comitê tomar a sua decisão [...] O plano continua com a possibilidade de seguir ou voltar, com base no monitoramento que a gente faz de forma constante”, explicou.