POLÍTICA

Estado pode liberar aulas em municípios na onda vermelha

Estudo para promover a liberação das aulas presenciais em cidades incluídas na fase mais restritiva do programa Minas Consciente foi revelado pela secretária de Educação na ALMG

Gisele Barcelos
Publicado em 30/06/2021 às 21:23Atualizado em 18/12/2022 às 15:01
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Foto/Clarissa Barçante/ALMG

Secretária estadual de Educação, Júlia Sant’Anna, participou de sabatina ontem na Assembleia Legislativa

Governo de Minas avalia liberar aulas presenciais na rede estadual também em municípios que estiverem na onda vermelha do Minas Consciente. A proposta foi anunciada pela secretária de Estado de Educação, Júlia Sant’Anna, durante sabatina na Assembleia Legislativa, ontem.

Até então, apenas as cidades nas ondas verde e amarela do Minas Consciente estão autorizadas a voltar com as atividades presenciais. No entanto, a secretária foi questionada pelos parlamentares e sinalizou a ampliação do retorno presencial, liberando inclusive localidades que estejam na onda vermelha, como o Triângulo Sul. “Já há previsão desse funcionamento em onda vermelha, com todo cuidado e atenção e adotando o formulário de controle a ser preenchido pelos gestores das escolas para acompanhamento de alunos e servidores”, revelou.

Apesar de confirmar que está sendo debatida a volta das aulas presenciais para municípios incluídos na onda vermelha, a secretária ressaltou que ainda são necessárias adaptações para ter certeza que as unidades estão preparadas. “Estamos nessa luta para termos a segurança de que todos os espaços estão prontos, com o que a Saúde determinar de adaptações, e aguardando que essa decisão aconteça e que a gente possa cumpri-la, obviamente, com todo o cuidado necessário”, disse.

De acordo com a titular da Educação em Minas, todas as cidades já começaram a vacinação dos professores contra a Covid-19, o que permitiria o avanço das aulas presenciais.

Além disso, Sant’Anna justificou o retorno dos alunos às escolas por demandas nesse sentido apresentadas pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública, com relatos de casos dramáticos de crianças com ferimentos por acidentes em casa. “A escola deveria ter sido a última a fechar e a primeira a abrir”, alegou.

Também se manifestaram a favor do retorno às aulas presenciais em todo o Estado os deputados Antonio Carlos Arantes (PSDB), Bartô (Novo) e Cleitinho Azevedo (Cidadania) e a deputada Celise Laviola (MDB).

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