PMU tenta viabilizar recursos para concluir obras de três unidades e dar início a outras sete para atender aos novos bairros da cidade
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PMU tenta viabilizar recursos para concluir obras de três unidades e dar início a outras sete para atender aos novos bairros da cidade
Município cobra liberação de verbas no Ministério da Educação para novas escolas em Uberaba. Prefeitura tenta viabilizar recursos federais para dar continuidade à construção de três unidades e também para início de obras de sete escolas para suprir a demanda de novos conjuntos habitacionais da cidade.
De acordo com a secretária municipal de Educação, Silvana Elias, a falta de repasses federais está atrasando a conclusão de escola no Recreio dos Bandeirantes, já com 70% do cronograma de obras executado; e também de outras duas unidades em construção no Residencial Antônia Cândida e no Jardim Copacabana. “Eram obras que seriam entregues em 2016. Não paralisou o trabalho, mas o andamento está muito lento. Como demora o recurso a vir, a empreiteira não tem como manter o serviço a todo vapor”, posiciona.
A titular da pasta afirma que em reunião esta semana com o presidente do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), Carlos Alberto Decotelli, houve a garantia que os pagamentos serão regularizados para evitar mais atrasos no término das três escolas. “Estão fazendo um ajuste no orçamento e a partir de julho começam a liberar os recursos para essas unidades que estão em construção. Aguardamos essa verba o mais rápido possível para conseguir terminar as obras a tempo do início do ano letivo em 2020”, pondera. Além disso, Silvana informa que retomou as articulações para tentar destravar verba destinada à construção de sete escolas em novos bairros do programa Minha Casa Minha Vida.
Ao todo, R$18 milhões foram anunciados em março de 2018 pelo então ministro Alexandre Baldi, porém, em meio ao ano eleitoral, nada foi liberado na época e o município está há mais de um ano na espera para dar o pontapé na construção das unidades no Rio de Janeiro, Girassóis 3, Anatê, Marajó 1 e Alfredo Freire 4. Conforme a secretária, o Ministério das Cidades posicionou anteriormente que não dispõe mais de recursos em orçamento e encaminhou a demanda ao Ministério da Educação. Por isso, a solicitação agora foi apresentada diretamente ao representante do FNDE.