Em sua página na rede social ele escreveu: Apenas fiz a leitura de que todos têm se sacrificado neste momento de crise
Um dia após a votação do Projeto de Lei 40/16, que reajustou o salário dos vereadores em 11,1% e estabeleceu os vencimentos para a próxima legislatura, o vereador Marcelo Borjão (PR) cobrou de Franco Cartafina (PHS) o não-recebimento da diferença salarial, algo em torno de R$1,2mil, uma vez que o parlamentar do PHS foi contrário à aprovação da proposição.
Franco disse, no dia 23 em plenário, após a fala de Borjão, que era contrário ao reajuste e que não foi consultado sobre a entrada em pauta do projeto que fixou os novos valores dos vencimentos dos parlamentares. Afirmou que não era incoerente com os seus atos, conforme disse Borjão. “Por favor, só me cobrem coerência quando eu for incoerente. Mas o meu trabalho aqui sempre foi pautado na coerência”, frisou Franco.
Em sua página na rede social ele escreveu: “Apenas fiz a leitura de que todos têm se sacrificado um pouco neste momento de crise política, que reflete na economia do nosso país”. Franco afirmou, também em rede social, que prefere destinar a diferença [salarial] para alguma entidade assistencial, como o Hospital da Criança, do que simplesmente devolver à Câmara. “É isso que farei”, afirmou.
No dia da votação da proposição, o vereador China (PMN) lembrou que conseguiu mais de cinco mil assinaturas para um projeto de iniciativa popular para reduzir os salários dos parlamentares para R$5 mil. Mas que na Câmara Municipal de Uberaba (CMU) não conseguiu nenhuma assinatura (eram necessárias cinco) para dar tramitação à matéria.