O deputado federal Franco Cartafina (PP) utilizou, durante o mês de agosto, R$8.300,23 relativos à sua cota parlamentar. Os dados, com todos os gastos detalhados estão disponíveis na página da Transparência no Portal da Câmara Federal. Cada deputado mineiro tem disponível R$36.092,71 para cobrir as despesas relacionadas ao mandato, excluindo os salários de assessores. O valor varia conforme o Estado do parlamentar, considerando a distância da capital federal.
Com aluguel de veículos, o parlamentar gastou R$2.995; foram mais R$2.455,04 com combustíveis; R$429,01 com manutenção de escritório; R$281,70 com serviço de táxi, pedágio e estacionamento; R$151,68 com telefonia e R$36,80 com fornecimento de alimentação do parlamentar.
Já Aelton Freitas (PL) declarou gasto de R$6.564,37, sendo R$5.999,19 com combustíveis; R$309,68 com fornecimento de alimentação do parlamentar; R$247,50 com manutenção de escritório e R$8 com serviço de táxi, pedágio e estacionamento.
A Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP) custeia as despesas do mandato, como passagens aéreas e conta de celular. Algumas são reembolsadas, como Correios, e outras são pagas por débito automático, como a compra de passagens.
Nos casos de reembolso, os deputados têm três meses para apresentarem os recibos. O valor mensal não utilizado fica acumulado ao longo do ano – isso explica porque em alguns meses o valor gasto pode ser maior que a média mensal.
Cada deputado tem R$111.675,59 por mês para pagar salários de até 25 secretários parlamentares, que trabalham para o mandato em Brasília ou nos estados. Eles são contratados diretamente pelos deputados, com salários de R$1.025,12 a R$15.698,32.
Encargos trabalhistas, como 13º, férias e auxílio-alimentação dos secretários parlamentares, não são cobertos pela verba de gabinete – são pagos com recursos da Câmara.