Os futuros deputados federais, que serão empossados a partir de fevereiro do próximo ano, receberão salário mensal de R$33.763. E para o exercício do mandato, os parlamentares terão ainda a cota para o exercício da atividade, mais verba destinada à contratação de pessoal, auxílio-moradia, despesas com saúde, cota gráfica, ajuda de custo e aposentadoria.
No caso da cota parlamentar (Ceap), o valor depende do Estado de cada deputado, devido ao preço da passagem aérea. Representantes do Distrito Federal ficam com a menor quantia (R$30.788,66). Já os de Roraima recebem a maior: R$45.612,53.
O deputado federal Franco Cartafina (PHS) terá direito a uma cota no valor de R$36 mil, montante destinado aos parlamentares eleitos por Minas Gerais. A verba destinada à contratação de pessoal é de R$106.866,59 por mês, destina-se à contratação de até 25 secretários parlamentares. A remuneração do secretariado deve ficar entre R$980,98 e R$15.022,32.
O auxílio-moradia é de R$4.253, concedidos aos parlamentares que não moram em residências funcionais em Brasília. Os deputados têm atendimento no Departamento Médico da Câmara (Demed) e podem pedir reembolso para despesas médico-hospitalares realizadas fora do Demed. Além disso, se quiser, o parlamentar poderá aderir ao plano de saúde dos funcionários da Câmara, pagando R$420 por mês, com direito a rede conveniada nacional e a filhos e cônjuge como dependentes. Também é paga a participação de 25% sobre o valor da despesa médica realizada.
Na cota gráfica, o parlamentar pode solicitar a confecção de material de papelaria oficial e a impressão de documentos e publicações. Já a ajuda de custo é paga no início e no fim do mandato, equivalente ao valor mensal da remuneração. E tem ainda o Plano de Seguridade Social dos Congressistas.