Secretaria de Estado de Fazenda afirma que, com queda na arrecadação em decorrência da greve, o Estado não teve como quitar a 3ª parcela do salário, que deveria ter acontecido na quarta-feira (30)
Governo de Minas Gerais atribui à greve dos caminhoneiros redução de cerca de R$ 90 milhões na arrecadação tributária do estado. Um dos impactos mais relevantes, segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, é o atraso no pagamento da terceira parcela do salário de 8% dos servidores, que deveria ter sido quitada na quarta-feira (30). O escalonamento do pagamento continua vigente e esta não é a primeira vez que o Estado atrasa parcela.
No entanto, o governo alega queda de recursos no caixa do Tesouro Estadual desde o início da mobilização dos caminhoneiros, no dia 21 de maio, o que teria impossibilitado o pagamento aos servidores que recebem mais de R$ 6 mil mensais. Essa parcela da categoria volta às atividades na segunda-feira (4) sem receber o restante do salário do mês anterior e, a despeito da afirmação de que a situação será normalizada em breve, o governo não confirma nenhum prazo para o depósito.
*Com informações do Estado de Minas
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