Diante do quadro econômico, o prefeito se reuniu ontem com sindicalistas, conselheiros municipais e representantes da área de Educação para discutir o impacto dos atrasos do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica), destinado a bancar parte da folha de pagamento do magistério municipal.
No encontro, Piau apresentou os números da AMM (Associação Mineira dos Municípios), que indicam um déficit de quase R$22 milhões do Fundeb. Segundo ele, a folha de pagamento do magistério é de cerca de R$12 milhões por mês, porém apenas R$1,5 milhão do Fundeb foram liberados pelo Estado em julho. “Estamos em economia de guerra e pedimos a compreensão dos servidores, principalmente em economizar ao máximo e estar ciente para orientar a população na multiplicação das informações corretas”, comenta.
A secretária de Educação, Silvana Elias, pontuou que a ação não é político-partidária e nem ideológica. “Estamos tomando medidas já há algum tempo internamente, como fusão de turmas, enxugamento de rotas de transporte, entre outras para criar alternativas mais econômicas e eficientes”, disse.