A pandemia fez com que vários setores migrassem para o trabalho em home office e, após a pandemia, a tendência deve seguir. É o caso do Judiciário de Minas Gerais, conforme informações divulgadas pelo desembargador Gilson Soares Lemes.
Em entrevista ao O Tempo, o desembargador afirmou que: “Temos praticado mais atos judiciais eletrônicos do que presenciais. Após a vacinação e após a pandemia, nós, com certeza, teremos parte do funcionamento em home office. Temos uma resolução que trata do teletrabalho e após a pandemia, com certeza, teremos um funcionamento híbrido, ou seja, parte presencial e parte através do teletrabalho”, anuncia.
Lemes assumiu a presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) há aproximadamente um ano e desde 1º de julho de 2020 até o momento, o magistrado homologou o acordo entre o governo de Minas e a Vale, de R$ 37,68 bilhões – o maior da história do Brasil em termos de fixação de compensação e reparação socioambiental – participou de conciliações e decisões relacionadas à pandemia da Covid-19 no estado.