POLÍTICA

Licenciamento ambiental ainda trava duplicação da BR-262

Na tentativa de destravar o início das obras de duplicação da BR-262 no trecho entre Uberaba e Araxá, prefeito cumpriu agenda em Brasília

Gisele Barcelos
Publicado em 04/09/2015 às 23:37Atualizado em 16/12/2022 às 22:25
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Na tentativa de destravar o início das obras de duplicação da BR-262 no trecho entre Uberaba e Araxá, o prefeito Paulo Piau (PMDB) cumpriu agenda ontem em Brasília e se reuniu com o presidente da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre), Jorge Bastos.

Piau solicitou agilidade para o licenciamento ambiental da obra. O mesmo pedido já tinha sido feito em julho, durante viagem à capital do país. Segundo o prefeito, a concessionária responsável pela rodovia aguarda apenas a emissão da licença para começar a duplicação do trecho de 110 quilômetros até Araxá. O serviço estava programado para começar em maio, mas o cronograma foi adiado por causa do processo de licenciamento. Apesar da audiência ontem na ANTT para agilizar a tramitação, ainda não foi especificada data para liberar a obra.

A previsão da concessionária é que a licença seja emitida somente no fim de setembro. Em nota oficial encaminhada ao Jornal da Manhã, a empresa também posicionou que a obra não seria iniciada de imediato este ano em função do período de chuvas, que inviabiliza o serviço de terraplenagem. Desta forma, o cronograma seria adiado para o primeiro trimestre de 2016.

Também foi tratada na ANTT a aprovação de projeto para construção de viaduto na BR-050. A obra deverá facilitar o acesso ao terminal ferroviário da Vale Logística, que está previsto para entrar em operação no primeiro semestre de 2016. O serviço entraria no pacote de obras da empresa responsável pela concessão da rodovia. O assunto está em análise pelo órgão.

Além disso, o prefeito esteve no Ministério da Saúde para retomar as articulações em torno de recursos para custeio do Hospital Regional. O governo federal já sinalizou em assumir 50% das despesas de manutenção, mas falta a assinatura de convênio para formalizar o repasse. A questão vem sendo cobrada desde o ano passada. “O hospital está caminhando para a reta final na construção e precisamos colocá-lo para funcionar. Os recursos da União são poucos para muitos, já que tem que atender mais de cinco mil municípios. Mas temos que marcar nosso espaço e tentar garantir o nosso”, ressaltou Piau.

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