Cartazes foram espalhados ontem na praça Rui Barbosa para reivindicar a saída da Pró-Saúde e a volta da gestão das UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) para a Prefeitura. Também foram distribuídos panfletos com denúncias contra o serviço prestado pela organização social.
O conselheiro estadual de Saúde, Jurandir Ferreira, afirma que o ato foi para reforçar o posicionamento contrário à terceirização da saúde e cobrar uma definição do município sobre a gestão das UPAs. Ferreira lembra que já existe uma sentença do Tribunal de Justiça de Minas Gerais determinando a suspensão do contrato com a Pró-Saúde e foi concedido prazo de seis meses à Prefeitura para retomar a administração das unidades. “Agora faltam só cinco meses do prazo. Se não fizerem um planejamento, a situação vai ficar difícil depois para fazer a transição de volta”, conclui.