Às vésperas do primeiro turno do pleito eleitoral, materiais de campanha do candidato a prefeito Adelmo Leão, da coligação Uberaba não pode parar, foram danificados por vândalos
Às vésperas do primeiro turno do pleito eleitoral, materiais de campanha do candidato a prefeito Adelmo Leão (PT), da coligação “Uberaba não pode parar”, foram danificados por vândalos. Esta não é a primeira vez que ocorre o incidente. Há um mês, dez cavaletes do candidato foram destruídos por vândalos na ligação da MG-190, que dá acesso à Mata da Vida.
A coligação supõe que ação teria sido praticada por adversários políticos em virtude do crescimento do candidato nas pesquisas de intenção de voto. Através de nota, a coordenação da campanha repudiou o ato que chamou de crime eleitoral, “por não condizer com o pleito civilizado que a cidade merece”.
No total, 72 cavaletes grandes e outros 23 pequenos foram destruídos por vândalos em vários pontos da cidade. Além disso, placa colocada no portão da casa de eleitores do petista foi danificada na madrugada de quinta-feira. O dano foi registrado por meio de boletim de ocorrência junto à Polícia Militar.
Para o candidato, este tipo de atitude é antidemocrático. “Infelizmente, temos que conviver com essa postura antidemocrática por parte de nossos adversários, que, incomodados com nosso crescimento nas pesquisas, tentam atrapalhar a campanha limpa, transparente que estamos fazendo, com essa atitude lamentável”, diz o petista.
Já a candidata a vice na chapa, Luciene Fachinelli (PSL), diz acreditar em projeto político, defendendo que todos os candidatos a prefeito se atentem às propostas eleitorais. “Acredito numa política séria, onde adversários políticos deveriam lutar apenas pelo projeto que acreditam e defendem. Quando partem para a esfera pessoal, essa ‘festa da democracia’ passa a ter uma conotação diferente aos olhos dos nossos eleitores e isso não me agrada”, ressalta.