POLÍTICA

Movimento critica nº de cargos de confiança e salários de secretários

Protestos contra o aumento do salário dos secretários e cobrança por redução de cargos comissionados marcaram mobilização

Gisele Barcelos
Publicado em 20/04/2016 às 07:23Atualizado em 16/12/2022 às 02:58
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Protestos contra o aumento do salário dos secretários municipais e cobrança por redução de cargos comissionados marcaram mobilização do funcionalismo municipal ontem.

No carro de som, mensagem veiculada denunciava que a Prefeitura estava inchada por causa do excesso de pessoas ocupando cargos comissionados e cobrava corte no número de indicados políticos para economia de recursos públicos. A gravação também reivindicava o cancelamento do aumento do salário dos secretários municipais a partir de 2017. O vencimento subirá de aproximadamente R$9 mil para R$12,2 mil no próximo ano.

Questionamentos também foram feitos por sindicalistas em discurso à categoria. O presidente do Sindemu, Adislau Leite, reforçou a necessidade de corte na quantidade de cargos comissionados para contenção de despensas e também reivindicou a diminuição do repasse à Câmara Municipal para viabilizar condições financeiras para avançar na negociação com o funcionalismo. “É preciso cortar na carne em todas as áreas que recebem dinheiro público”, defendeu no pronunciamento.

Já o presidente do Sindae, Jasminor Ferreira da Costa, considerou um absurdo a disponibilidade de recursos para assegurar o aumento dos secretários enquanto o reajuste salarial apenas do índice da inflação era negado aos servidores. “O deles [secretários] está aumentando. A gente também quer os 11% de reajuste”, alfinetou.

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