Vizinha cidade de Veríssimo é alvo, mais uma vez, de uma enxurrada de ações judiciais. São mais três ações contra agentes políticos da cidade. O juiz titular da 4ª Vara Cível, Lènin Ignachitti, recebeu a petição inicial do Ministério Público que busca frear o pagamento do 13º salário aos vereadores e prefeito de Veríssimo. O magistrado não só acolheu a petição como concedeu liminar antecipando tutela para determinar a suspensão imediata dos pagamentos, sob pena de multa de R$ 10 mil para cada descumprimento, de responsabilidade pessoal do presidente da Câmara. Em seu despacho, Lènin determinou a expedição de mandado, com urgência, para que sejam citados os agentes políticos da cidade atingida pela ação movida pelo Ministério Público que considera ajuda de custo sinônimo de 13º salário. Improbidade. Outras duas ações foram propostas, pelo Ministério Público Estadual, contra administradores da vizinha cidade de Veríssimo. A primeira ação tem como alvo o atual prefeito Reinaldo Sebastião Alves, acusado de improbidade administrativa. O MPE acusa o administrador público de contratar, de maneira irregular, servidores públicos, ditos por prazo determinado, ferindo de morte os preceitos legais que regulamentam a admissão de funcionários públicos. Se condenado, o prefeito pode perder a função pública e os direitos políticos, bem como pagar multa, entre outras sanções. O MP requer ainda a nulidade de todos os contratos. Em outra ação, o promotor José Carlos Fernandes Junior requer o ressarcimento de R$ 55.412,49 aos cofres públicos. O alvo da ação é o ex-prefeito de Veríssimo Anatólio Camargo de Araújo, que cumpriu o mandato no exercício de 1990. Pesam contra o ex-prefeito várias acusações de irregularidades como pagamentos de despesas sem recibo e quitação, ou mesmo ausência de licitação na contratação de compras e serviços.