Aperto financeiro para fechamento do governo não comprometeu repasses da cota patronal ao Instituto de Previdência dos Servidores
Ney Corrêa Filho foi elevado à condição de presidente do Ipserv, onde já exercia a função de superintendente previdenciário
Aperto financeiro para fechamento do governo anterior não comprometeu os repasses da cota patronal ao Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais (Ipserv). A informação é do novo presidente, Ney Corrêa Filho (PT), que já atuava no órgão há três anos como superintendente previdenciário.
Segundo Ney, todos os repasses da contribuição patronal estão em dia porque o município necessita do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP). O presidente explica que, sem o documento, a Prefeitura fica impedida de receber recursos da União e de celebrar convênios e empréstimos com o governo federal e instituições financeiras federais, bem como de receber verbas provenientes de contratos já firmados. O último CRP foi emitido no dia 3 de outubro de 2012 e tem validade até 1º de abril deste ano.
Por outro lado, o Ipserv deverá continuar o trabalho para recuperação do investimento feito no extinto Banco Santos. Em 2004, aproximadamente R$1,7 milhão foram aplicados na instituição, que posteriormente declarou falência. De acordo com Ney, até o momento, o instituto recebeu apenas 40% do montante inicial investido no Banco Santos. Mesmo assim, o presidente do Ipserv assegura a saúde financeira do órgão e a capacidade para o pagamento das aposentadorias dos servidores.