POLÍTICA

Obras do cemitério-parque começam em 30 dias, diz diretor de concessionária

Diretor da Engimurb, que é a concessionária do Cemitério-Parque Uberaba, Amir Choaib, esteve na Câmara Municipal na semana que passou

Gisele Barcelos
Publicado em 08/06/2019 às 14:05Atualizado em 17/12/2022 às 21:28
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Foto/Jairo Chagas

Amir Choaib, diretor da Engemurb, esteve na Câmara Municipal, quando respondeu a questionamentos dos vereadores

 

Diretor da Engimurb, que é a concessionária do Cemitério-Parque Uberaba, que será construído em área de 30 mil metros quadrados à margem da estrada municipal URA-010, conhecida como fazenda Cassu, Amir Choaib, esteve na Câmara Municipal na semana que passou. Ele atendeu solicitação do vereador Rubério Santos (MDB). 

O parlamentar fez vários questionamentos sobre a efetiva entrada em operação do novo cemitério. Choaib acredita que as obras serão iniciadas em cerca de 30 dias e espera que até o fim do ano as primeiras unidades já estejam prontas para ser usadas. A princípio, deverão ser 500 jazigos, com número total de 51 mil jazigos ao longo dos próximos 30 anos. Serão cerca de 500 vagas no estacionamento interno e externo. O valor estimado do contrato é de cerca de R$30 milhões.

Ainda respondendo ao questionamento do vereador, o empreendedor disse que serão disponibilizados planos de financiamento dos jazigos aos interessados após o início das operações do cemitério. Ele também afirmou que serão reservados 5% do total dos jazigos para sepultamentos sociais.

Outro assunto tratado por Rubério com o empresário se referiu ao modelo de parque do novo cemitério, que terá espelhos d’água, árvores e locais de meditação. Em razão disso, as lápides serão todas identificadas apenas com uma placa, colocada no nível do gramado, sem a construção de mausoléus. O espaço contará com uma capela ecumênica, sem qualquer referência religiosa específica, que servirá de local de oração e reflexão para as mais diversas crenças. Além disso, serão 10 salas de velório disponíveis com toda infraestrutura. 

Amir Choaib explicou que a empresa realizou todos os estudos ambientais e, quando do sepultamento, todos os jazigos serão cobertos com cal virgem, que reage quimicamente com o necrochorume gerado pela decomposição do corpo, resultando em um produto parecido com o PVC, que não polui o meio ambiente. O controle do lençol freático é feito semestralmente, com coletas antes de início da operação, através de amostras de água do subsolo.

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