POLÍTICA

Para Piau, Anderson tumultua ao judicializar a disputa eleitoral

Ao tomar conhecimento da extinção da ação judicial, Paulo Piau se posicionou sobre todo o impasse jurídico envolvendo o PMDB

Publicado em 12/07/2012 às 10:36Atualizado em 19/12/2022 às 18:35
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Ao tomar conhecimento da extinção da ação judicial, o deputado Paulo Piau, candidato a prefeito homologado através da intervenção partidária, se posicionou sobre todo o impasse jurídico envolvendo o PMDB. Para ele, Anderson Adauto está tumultuando o processo eleitoral, ao judicializar o embate político, com objetivo de trazer instabilidade para sua campanha eleitoral. “E se for realmente este o objetivo, é claro que haverá recurso contra este processo que acaba de ser extinto por ilegitimidade na petição inicial”, avaliou.

O deputado coloca que todo embate judicial faz parte do “esperneio” do prefeito, que está “limpando as gavetas”, por estar prestes a terminar o mandato. “Ele não é mais nada”, disparou ontem, durante coletiva à imprensa, acompanhado do vice da chapa majoritária da qual encabeça, vereador Almir Silva.

Paulo Piau também defendeu o ato da intervenção, o qual garantiu ter sido conduzido de forma legítima pelo diretório estadual, com o aval do comando nacional. Segundo ele, o partido, por imposição do prefeito, estava sendo diminuído com a retirada de diversos membros. O problema foi repassado aos comandos estadual e nacional e, a partir daí, houve a intervenção, cuja comissão é responsável por toda a condução do processo eleitoral. “A intervenção é um processo legítimo e feito por todos os partidos políticos quando se sentem ameaçados. Foi uma decisão democrática”, justificou o parlamentar, reforçando que o ato foi confirmado por 10 votos a um pela Executiva Estadual.

Ainda ontem, Paulo Piau também divulgou carta aberta à população, esclarecendo que vem sendo atacado pelo prefeito por ter sido o escolhido como candidato do PMDB. No documento, ele coloca que o tumulto no processo eleitoral está sendo feito com objetivo de enganar ou confundir o povo. “Não entendo o motivo de tanto ódio”, disse no texto, assegurando que vem sendo atacado por um “político vaidoso que deixa o poder, mas quer continuar mandando na Prefeitura”.

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