Vereadores que perderam cadeira no Legislativo ampliaram a arrecadação nas campanhas eleitorais este ano. O tucano Paulo Pires saiu de míseros R$ 3.200 em 2004 para cerca de R$ 46 mil. Massuó Machiyama (PP) também estava com orçamento apertado no pleito anterior, declarando apenas R$ 1.732, estimados em material doado pela coligação majoritária, e agora somou quase R$ 30 mil para investir na candidatura. Outro com avanço na arrecadação foi Waldir Vilela Teodoro (PP), que saltou de R$ 6.378 para algo em torno de R$ 20 mil este ano. Para Heli Andrade, o aumento foi na mesma proporção. A diferença entre as duas campanhas é de aproximadamente R$ 16 mil, fechando a eleição em 2008 com despesas de quase R$ 40 mil. Entretanto, há declarações ainda mais modestas referentes às campanhas realizadas em 2004. Valdir Elias Barbosa estava na lanterninha, informando ter investido apenas R$ 130 para comprar material impresso. A única doação partiu do comitê financeiro da coligação majoritária. Desta vez, ele estima gastos no valor de R$ 7 mil, somando recursos próprios e propaganda doada pelo candidato a prefeito. Durval Chagas também mostra verba escassa na prestação de contas anterior, tendo somente R$ 775 estimados em combustível e impressos fornecidos pela coligação majoritária. Na eleição atual, o vereador calcula ter consumido R$ 8 mil, dinheiro investido do próprio bolso. Valdecy Caetano “Borracheiro” também teve arrecadação inferior a mil reais na campanha de 2004, mas não quis informar o total disponível em 2008. Por outro lado, José Ronaldo Maciel manteve a média de 2004, na faixa entre R$ 10 mil e R$ 12 mil.