Ontem, o peemedebista participou do programa Linha Aberta. Este foi o primeiro compromisso do candidato após a votação de domingo
Candidato Paulo Piau chega ao segundo turno das eleições em Uberaba como o primeiro colocado na votação de domingo
Com 31,71% dos votos válidos, o candidato a prefeito Paulo Piau (PMDB) retomou a agenda de campanha. Na manhã de ontem, o peemedebista participou do programa Linha Aberta, da Rádio JM 730kHz. Este foi o primeiro compromisso do candidato após ter se cacifado na primeira vaga para o segundo turno.
Durante a entrevista, Paulo Piau reafirmou que está dando andamento às composições para a disputa eleitoral que acontece em 28 de outubro. “Nós estamos buscando um arco de alianças partidárias”, afirmou o peemedebista. Porém, ele reconheceu ainda que nestas articulações é necessário ceder espaços, com base no programa de governo.
Com relação a Anderson Adauto, o candidato destacou que o trato será feito em outro momento, visto que o mesmo não está filiado a nenhum partido político e ele vai priorizar os entendimentos partidários e não pessoais. Paulo Piau também revelou que já havia conversado, antes do pleito, com os outros candidatos, inclusive Adelmo Leão, explicando que estas discussões prévias foram baseadas no possível segundo turno, onde somente dois candidatos avançariam no processo eleitoral. Além disso, ele reafirmou que pretende buscar o apoio do Partido dos Trabalhadores (PT).
O peemedebista ainda reconheceu que a atual administração municipal não valorizou os servidores públicos, sendo que a situação foi refletida nas urnas, com a derrota do candidato do prefeito, que não conseguiu passar para o segundo turno.
Paulo Piau também se posicionou sobre a decisão de não aumentar o número de vagas no Legislativo. Se os vereadores tivessem aprovado o aumento do número de cadeiras, ele acredita que haveria uma maior representatividade para Uberaba. “As pessoas achavam que se aumentassem o número de vereadores, aumentariam os gastos na Câmara. E não aumenta. O repasse é fixo do orçamento. Mas foi uma decisão que temos que respeitar. Quatorze vereadores é um número pequeno em relação ao que acontece em todo o Brasil”, disse.