Em Brasília esta semana, o prefeito Paulo Piau (PMDB) fez mais uma tentativa para destravar o pagamento de recursos destinados à construção de novas escolas na cidade
André Santos/PMU
Prefeito Paulo Piau diz que o serviço das unidades está em andamento, mas a demora na liberação dos recursos pode causar complicações
Em Brasília esta semana, o prefeito Paulo Piau (PMDB) fez mais uma tentativa para destravar o pagamento de recursos destinados à construção de novas escolas na cidade. Quatro unidades estavam previstas para ser entregues este ano, mas o contingenciamento no orçamento do governo federal atrapalhou a conclusão das obras.
No mês passado, a Prefeitura prorrogou os contratos para a entrega da escola do Parque São José e do Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) no bairro Antônia Cândida. Agora também foi adiada a conclusão do Cemei no Recreio dos Bandeirantes. O prazo para execução foi estendido por 12 meses por causa da dificuldade enfrentada para receber a verba federal.
Piau afirma que o serviço está em andamento, mas a demora na liberação dos recursos pode trazer complicações. “As obras estão mais adiantadas do que o repasse dos recursos. Então, fomos solicitar a regularização do pagamento para terminar a construção. O trabalho não parou, mas, se não tiver dinheiro, vai acabar parando. O FNDE informou que terá um posicionamento na próxima semana sobre a questão”, salienta.
Além das unidades que estão com obra em andamento, permanece no papel o projeto da escola no Jardim Copacabana por causa da demora no repasse federal. A Prefeitura já realizou licitação para construir a unidade. A terraplenagem também já foi executada na área, porém o município espera a liberação do recurso para autorizar o início do serviço.
Outra agenda na capital foi no Ministério do Turismo. Piau cobrou também repasses para a execução do projeto de sinalização turística da cidade e a compra do restante do mobiliário para o Memorial Chico Xavier. O chefe do Executivo pondera que a sinalização dos pontos turísticos começou a ser implementada, mas o trabalho foi interrompido por falta de recursos. “O ministério posicionou que está disposto a liquidar os pagamentos para a gente concluir os dois projetos ainda este ano”, ressalta.