Os destinos apontados foram Maceió (AL), Mangaratiba e Capitólio, no Sul de Minas
O Ministério Público de Contas de Minas Gerais (MPC) considera que o ex-governador Fernando Pimentel (PT) utilizou as aeronaves do estado de forma irregular em sete voos para destinos turísticos ou para transporte de familiares. O MPC representou contra o ex-governador e no documento, apresentado ao Tribunal de Contas do Estado (TCE), analisou cerca de 920 decolagens e verificou que nas citadas a utilização não foi devida.
Os destinos apontados foram Maceió (AL), Mangaratiba e Capitólio, no Sul de Minas. Entre os destinos apontados, seis ocorreram em 2018, último ano de governo da gestão de Pimentel. Além de duas viagens ao Rio de Janeiro em julho do ano passado.
Os valores foram calculados pelo Gabinete Militar do estado. Na que mais cara delas, o pouso ocorreu na capital de Alagoas e custou R$ 26.986,40, segundo consta na representação. A segunda mais cara foi feita em 14 de julho, um sábado, com destino ao Rio de Janeiro e teve custo total da operação de R$ 13.460,85. Só de combustível o valor empenhado foi de R$ 8.414,33.
A defesa de Fernando Pimentel tem trinta dias para apresentar a defesa. Só a partir disso o Tribunal de Contas analisará a representação e o governador passa aresponder oficialmente sobre as suspeitas de irregularidades. O caso também por ser encaminhado ao Ministério Público do estado.
*Com informações do Estado de Minas