Prefeito Anderson Adauto estará em Brasília na quarta-feira (1º), para buscar recursos destinados à construção de casas populares. O programa habitacional do governo federal foi lançado na semana anterior, oferecendo imóveis para trabalhadores com renda entre um e três salários mínimos, com parcelas a partir de R$ 50.
De acordo com AA, ele e o presidente do Cohagra, Samir Cecílio, vão iniciar o processo de conversação com o governo e buscar informações complementares, para dar andamento à adesão. “Queremos fazer com que Uberaba seja uma das primeiras cidades do Brasil a entrar nesse programa”, salienta.
Para agilizar o encaminhamento, Anderson explica que já nomeou em portaria uma comissão para cuidar da análise de áreas para implantação do novo empreendimento popular. No grupo, estão representantes das Secretarias de Infraestrutura, Planejamento, Departamento Jurídico e Codau.
Segundo AA, o jurídico ficará responsável pelos trâmites de desapropriação e compra do terreno, enquanto o Codau, a Infraestrutra e o Planejamento realizarão os projetos de urbanização do residencial, como obras de asfalto e pavimentação da vias, instalação das redes de água e esgoto. A nomeação oficial do grupo deve sair no próximo Porta-Voz.
Lançado no dia 25 de março, o programa "Minha Casa, Minha Vida” prevê a construção de um milhão de casas nos próximos anos, com parcelas mínimas de R$50, para quem recebe até três salários mínimos. Neste caso, as unidades terão sala, cozinha, banheiro, dois quartos e área externa com tanque. O piso será de cerâmica na cozinha e no banheiro, e de cimento no restante.
As operações financeiras do pacote habitacional só serão desenvolvidas a partir de 13 de abril. O governo prevê que vai investir cerca de R$ 34 bilhões no programa. Desse total, R$ 25,5 bilhões virão dos cofres da União, R$ 7,5 bilhões do FGTS, e R$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).