POLÍTICA

Prefeito tenta evitar engavetamento da RMTM

Cumprindo agenda em BH ontem, Paulo Piau tenta evitar o engavetamento do projeto da Região Metropolitana do Triângulo

Gisele Barcelos
Publicado em 05/11/2014 às 00:53Atualizado em 17/12/2022 às 02:52
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Cumprindo agenda em Belo Horizonte ontem, o prefeito Paulo Piau (PMDB) tenta evitar o engavetamento do projeto da Região Metropolitana do Triângulo Mineiro. Sem previsão de votação este ano, a proposta será arquivada por causa do fim da atual legislatura e só volta a tramitar se for reapresentada a partir de 2015.

O projeto de lei que propõe a criação da metrópole do Triângulo está parado desde abril na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia. No período, houve apenas uma movimentação no processo para solicitar informações à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, Política Urbana e Gestão Metropolitana, bem como à Secretaria de Relações Institucionais. Porém, sequer foi emitido um parecer sobre a proposta até agora e não há previsão de encaminhar a matéria para apreciação em plenário.

Com isso, o destino da região metropolitana será o arquivamento junto com as demais propostas não votadas na atual legislatura. A retomada da discussão dependerá do apoio de um dos parlamentares que assumirá em 2015, pois a autora do projeto, a deputada estadual Liza Prado (Pros), não conseguiu novo mandato na Assembleia Legislativa.

Ontem, Piau se reuniu com a deputada para assegurar a sobrevivência da metrópole do Triângulo Mineiro. Se não houver avanço na tramitação da proposta até o fim do semestre, os dois acordaram que o projeto será reapresentado por outro parlamentar no início da próxima legislatura.

Gasoduto. Além disso, o prefeito acertou com o presidente da Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), Olavo Machado Júnior, o lançamento do estudo que apontará o desenvolvimento econômico previsto a partir do gasoduto Betim-Uberaba. O evento será realizado na capital mineira até o fim deste mês, mas a data será definida em conjunto com as lideranças regionais da entidade. “Estamos otimistas em relação a esse estudo que será fundamental para que o mundo empresarial enxergue as oportunidades com a chegada do gás. Uberaba é a maior interessada porque já tem a planta de amônia em construção, mas todos os municípios sabem que terão grandes perspectivas de negócios”, disse Piau.

O duto precisa ficar pronto até o segundo semestre de 2016 para atender à fábrica de amônia da Petrobras. Ao todo, serão transportados até três milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, volume suficiente para a demanda da planta em Uberaba e também para inserir a nova matriz energética em outros municípios do interior do Estado.

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