Campo Florido, Delta, Itapagipe, Iturama, Pirajuba e Veríssimo estão entre as cidades que devem deixar o volta às aulas para depois do carnaval
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Vice-presidente da AMM, Rui Ramos, diz que os gestores poderão optar pelo retorno no dia 6 ou 11 de março
Prefeituras da região confirmam para AMM (Associação Mineira dos Municípios) adesão à proposta de adiar aulas para depois do carnaval. Campo Florido, Delta, Itapagipe, Iturama, Pirajuba e Veríssimo estão entre as cidades que devem deixar o volta às aulas para depois da folia.
De acordo com o vice-presidente da AMM, Rui Ramos, os gestores da região que já se manifestaram para começar as aulas após o carnaval podem optar pelo dia que acharem mais conveniente, seja no dia 6 de março ou 11 de março.
No caso de Pirajuba, Ramos informa que a previsão é começar no dia 6 se os repasses forem regularizados pelo governo estadual, que se comprometeu a acertar os pagamentos ainda no início de fevereiro. No entanto, a data pode ser alterada se a promessa não for cumprida.
O vice-presidente da AMM espera adesão maciça das prefeituras à proposta de adiar o volta às aulas e ressalta que o momento é de união dos gestores para pressionar o Estado. “Tem que pensar coletivamente. Os municípios que estão em situação melhor também precisam aderir em apoio a quem está mais apertado”, salienta.
Por enquanto, o prefeito Paulo Piau (MDB) ainda não se posicionou sobre o assunto e data de início das aulas na rede municipal em Uberaba está mantida para 18 de fevereiro.
Em Uberlândia, ontem, os representantes de 18 cidades pertencentes à Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Paranaíba (Amvap) realizaram assembleia e votaram por unanimidade para o adiamento das aulas na rede municipal.
A decisão abrange os municípios de Uberlândia, Araguari, Campina Verde, Ituiutaba, Monte Alegre de Minas, Monte Carmelo e Tupaciguara. Apenas as cidades de Prata, Araporã, Centralina e Romaria não participaram.
O presidente da Amvap e prefeito de Canápolis, Ualisson Carvalho, explicou que a medida tomada foi visando garantir o ensino de qualidade na volta às aulas. “Não adianta começar as aulas e no meio do mês faltar recursos para pagar o funcionário público, os professores, a merenda e transporte escolar”, concluiu .