Presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Gilson Queiroz discutiu ontem o “Plano Nacional de Saneamento Básico” em encontro realizado na sede do IEA-TM
Presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Gilson Queiroz discutiu ontem o “Plano Nacional de Saneamento Básico” em encontro realizado na sede do Instituto de Engenharia e Arquitetura do Triângulo Mineiro (IEA-TM) em Uberaba.
Gilson Queiroz esclarece que o debate é importante pela referência regional da cidade e também devido à necessidade de se promover mobilização junto aos gestores municipais que têm a responsabilidade de elaborar os planos de saneamento dentro do prazo previsto pela legislação, ou seja, até dezembro de 2013. “Como a elaboração envolve a participação da sociedade, é um processo longo”, explica.
O presidente coloca que existem vários itens a serem tratados na elaboração da proposta, citando como exemplo a análise e diagnóstico de toda estrutura básica de saneamento do município. Deve ainda apontar soluções para que no prazo de vinte anos a cidade atinja as plenas condições de saneamento, universalizando as ações de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana.
Toda a execução, segundo ele, é desenvolvida por engenheiros que detêm conhecimento e atribuição profissional para este trabalho. “Por isso essa mobilização entre os profissionais”, diz o presidente, justificando a maciça presença de engenheiros na discussão. Gilson Queiroz lembra ainda que a partir do ano que vem os próximos prefeitos também terão esta preocupação no exercício do cargo.
No mês passado, estudo realizado pelo Instituto Trata Brasil colocou o município de Uberaba em oitavo lugar no ranking de saneamento básico. O levantamento analisou a situação das cem maiores cidades brasileiras com base nos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNISB), publicados pelo Ministério das Cidades, tendo como referência o ano de 2010.