Não houve acordo, ontem, em relação ao processo seletivo na CMU. Como não houve consenso no plenário, a votação foi adiada.
Não houve acordo, ontem, em relação ao processo seletivo na Câmara Municipal. Como não houve consenso no plenário, a votação foi adiada e o projeto que regulamenta a modalidade de contratação no Legislativo entrará na pauta da próxima segunda-feira (15). O ponto de divergência foram os critérios para seleção dos candidatos. Tanto a petista Marilda Ribeiro Resende quanto o democrata José Ronaldo Maciel defenderam que a avaliação com provas e posterior análise de currículos, propondo emendas ao projeto. “As duas etapas devem ser aplicadas. A indicação política continuaria valendo se houver apenas a análise curricular”, alertaram. Apesar de a proposta ter sido acatada pelo presidente Lourival dos Santos, a mudança teve resistência do vereador Tony Carlos, argumentando que a prova inviabilizaria a aprovação de alguns funcionários da Casa. O líder do prefeito, Cléber Humberto Souza Ramos, também rechaçou a emenda e justificou que o projeto tratava de uma legislação municipal que afeta outros órgãos públicos, como a Prefeitura, e não poderia ser modificada desta forma. Atualmente, os processos seletivos para médicos da rede municipal levam em conta apenas a análise curricular dos profissionais. Por outro lado, o plenário aprovou na sessão de ontem projeto que limita o número de celulares custeados pela Câmara. A partir de agora, além dos vereadores e equipe de gabinete, somente os secretários, diretores de departamento e chefes de seção receberão os aparelhos. Outros casos dependerão de liberação do presidente. Até então a regalia estava disponível a qualquer funcionário da Casa. O projeto também estabelece as cotas mensais para uso dos celulares. A Diretoria Geral poderá gastar até R$ 200 por mês com ligações. Já a Procuradoria Geral, Controladoria Geral, Secretaria de Comunicação e Assessoria de Cerimonial teria limite mensal de R$ 50. Em caso de extrapolar o valor, os funcionários são obrigados a restituir o excedente aos cofres públicos.