Articulações sobre o destino do PSTU nas eleições do próximo ano estão emperradas, à espera de definição das lideranças nacionais e estaduais da legenda. Por enquanto, nem mesmo o advogado Adriano Espíndola, que concorreu ao posto de prefeito em 2008, cogita candidatura para deputado.
Segundo Espíndola, a militância do partido tem como prioridade organizar o movimento trabalhista para enfrentar a crise econômica e garantir os direitos da classe. Ele ressalta que no PSTU, diferente das outras legendas, tática eleitoral não se discute com tanta antecedência. “Só teremos posição no ano que vem”, adianta.
Quanto à pretensão de lançar candidatura para o Congresso ou Assembleia Legislativa de Minas, o esquerdista repete que a discussão não foi colocada no partido e, no momento, esta situação também não é colocada por ele. “Não me coloco como candidato”, encerra.
No ano passado, Espíndola saiu das urnas com 4.379 votos, ou seja, 2,82% do total. Fahim Sawan (PSDB) teve 42,38% e o prefeito Anderson Adauto foi reeleito com 54,80%.