POLÍTICA

Reajuste de 47,7% nos planos de saúde leva servidores ao Procon

Reajuste no plano de saúde dos servidores públicos levou o Sindicato dos Educadores do Município (Sindemu) a acionar o Procon, ontem, por considerar a medida abusiva

Renata Gomide
Publicado em 06/04/2013 às 23:46Atualizado em 19/12/2022 às 13:48
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O reajuste no plano de saúde dos servidores públicos municipais levou o Sindicato dos Educadores do Município (Sindemu) a acionar o Procon, ontem, por considerar a medida abusiva. O presidente da entidade, Adislau Leite, reuniu-se pessoalmente com a coordenadora do órgão, a advogada Eclair Gonçalves, para quem solicitou agilidade na análise da demanda, já que os boletos do plano vencem na quarta-feira, dia 10.    “Acreditamos que o ajuste está muito acima do que foi concedido pelo Executivo [para os salários da categoria]”, afirmou o dirigente sindical, que oficiou junto ao Procon o pedido de análise criteriosa do ato. À exceção do Plano Básico, cuja mensalidade para o servidor é custeada pela Prefeitura, as demais opções oferecidas pela operadora, a RN Saúde, foram reajustadas em 47,70%, aponta Adislau, reiterando que considera a medida “um abuso”.   Segundo ele, a mensalidade para o trabalhador, no plano Básico Apartamento, passou para R$21 e R$91 para os dependentes; já no plano Plus Enfermaria, a alteração foi de R$16,50 para R$50 (servidor) e de R$81 para R$120, enquanto que o Plus Apartamento custará R$86 e R$156, respectivamente. “Pedimos a Eclair que faça a análise e nos dê um retorno porque o servidor precisa de um posicionamento para tomar uma decisão. Se realmente o ajuste for procedente, temos que ter a opção de migrar para o plano básico como sugere a empresa”, observa o dirigente sindical.    Adislau lembra que desde as negociações iniciais para a contratação do plano de saúde o Sindicato ficou à margem, sendo chamado apenas para participar das últimas reuniões. Nesse sentido, ele revela que o Sindemu foi pego de surpresa com o reajuste. Ainda de acordo com o dirigente, caso haja uma migração em massa para Plano Básico, é preciso ter garantias da operadora de que a estrutura da clínica da RN será capaz de atender à demanda. Senão, acrescenta, será um complicador a mais.

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