POLÍTICA

Reestruturação no Estado deve garantir verba de custeio do Hospital Regional

Nova política hospitalar em Minas vai considerar o cumprimento de metas pré-estabelecidas pelo volume de atendimento, o porte de cada hospital e o que é pactuado para os repasses

Gisele Barcelos
Publicado em 23/06/2021 às 20:33Atualizado em 18/12/2022 às 14:49
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Foto/Jairo Chagas

O secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, concedeu ontem entrevista ao programa Pingo do J

Com reestruturação de política hospitalar em Minas Gerais, Hospital Regional pode começar a receber verba do governo estadual a partir de novembro deste ano. A sinalização foi feita pelo secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, em entrevista à Rádio JM, ontem.

De acordo com o titular da pasta, a nova política hospitalar foi lançada esta semana e a transição deve acontecer ao longo do segundo semestre. “Dentro desse processo que estamos na transição nesse semestre, os hospitais do Triângulo, incluindo o Hospital Regional, entrará também sendo valorizado e custeado em parte por incentivos do Estado”, afirmou.

Questionado sobre a expectativa de data para início dos repasses para o HR, Baccheretti posicionou que a transição para a nova política hospitalar está prevista para novembro. Ele assegurou que os repasses para as unidades serão contínuos e mensais, porém não especificou se o Estado cumprirá com o percentual de 25% das despesas de manutenção do HR previsto inicialmente.

O secretário estadual ponderou que o valor dos repasses será calculado com base no cumprimento de metas pré-estabelecidas pelo volume de atendimento, pelo porte de cada hospital e o que pactuado no território. Segundo ele, o histórico de atendimento será utilizado para a pactuação dos convênios em cada região.

A participação do Estado no custeio do Hospital Regional vem sendo cobrada desde a entrada em operação do estabelecimento há quatro anos. Havia um acordo de que a União assumiria 50% das despesas de manutenção, enquanto o Estado entraria com 25% dos recursos e o restante seria dividido entre os municípios do Triângulo Sul. No entanto, até agora, somente o governo federal e uma parte das prefeituras da região estão efetivamente contribuindo para a manutenção da estrutura. 

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