Os eleitos esperam que essa medida seja realmente transitória e que a situação da direção da UFTM seja definida
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Fábio Fonseca e Patrícia Maria Vieira, eleitos na consulta informal reitor e vice da UFTM, divulgam nota sobre nomeação pro tempore
Candidato vencedor da consulta acadêmica e da votação do Conselho Universitário da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), o professor Fábio César da Fonseca e a candidata a vice-reitora na chapa vencedora, Patrícia Maria Vieira, divulgaram nota sobre a medida adotada pelo Ministério da Educação (MEC), que nomeou reitora pro tempore a professora Ana Lúcia de Assis Simões. Os eleitos esperam que essa medida seja realmente transitória e que a situação da direção da UFTM seja definida o mais rapidamente possível.
No documento eles esclarecem sobre o processo de escolha do reitor, que, no caso da UFTM, se deu em dois momentos, com consulta à comunidade universitária e elaboração de lista tríplice pelo Colegiado Máximo da universidade, que, no caso da UFTM, é o Conselho Universitário (Consu).
Na consulta informal e paritária, que foi realizada em 6 de junho, a chapa 2, encabeçada por Fábio Fonseca para reitor e Patrícia Vieira para vice, foi vencedora, com 3.187 votos, contra 2.649 votos da chapa 1. Tendo sido, portanto, eleita com 50,47% dos votos válidos.
Em 18 de junho de 2018, o Consu se reuniu para discutir e deliberar sobre a elaboração da lista tríplice. Mais uma vez, Fábio Fonseca saiu vencedor e encabeçou a lista tríplice enviada ao MEC.
No texto é destacado que houve significativo atraso na condução do processo eleitoral e no encaminhamento da documentação da lista tríplice ao MEC por parte da reitoria. Destacou ainda que o Consu foi responsável, sábio e obedeceu aos princípios constitucionais da administração pública ao elaborar e aprovar a Resolução 10, de 18 de junho de 2018, que regeu a votação e a composição da lista tríplice.
No fim, destaca que espera que esta gestão pro tempore “seja a mais rápida possível, que seja capaz de tratar efetivamente com respeito a democracia, que seja um momento célere de construção de uma transição para a nossa nomeação, que tem sido construída e efetivada de forma legítima, legal, transparente e ética”.