POLÍTICA

Relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI) sobre irregularidades na aplicação do ICMS esta na fase final

Gisele Barcelos
Publicado em 05/10/2021 às 21:25Atualizado em 18/12/2022 às 16:28
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 Relatório final da Comissão Especial de Inquérito (CEI) sobre possíveis irregularidades na aplicação do ICMS Cultural está na fase final de elaboração. O documento deve ser lido em plenário na próxima semana, mas a data ainda não foi confirmada pela Câmara Municipal.

A Comissão presidida pelo vereador Wander Araújo (PSC) apura possíveis irregularidades no emprego de valores do ICMS Cultural durante o mandato do ex-prefeito Paulo Piau (MDB), de 2013 a 2020. Há suspeitas de que os recursos não foram utilizados para ações culturais, como prevê a legislação.   Extraoficialmente, há informação que a CEI do ICMS Cultural também deve não deve apontar a instauração de uma nova Comissão Processante.    A comissão referente ao ICMS Cultural foi instaurada na mesma época da CEI das Vacinas e da CEI da Funepu. Inicialmente, a previsão era que o relatório fosse concluído até julho, porém o prazo foi prorrogado por três meses.   Com isso, os integrantes da comissão especial ganharam tempo até outubro para finalizar a apuração e elaborar o relatório final para a leitura em plenário.   Trâmite - Enquanto a CEI do ICMS Cultural ainda não tem um desfecho, o Legislativo prepara ofício para protocolar na próxima semana junto ao Ministério Público com a conclusão da CEI da Funepu e da Comissão Processante das Vacinas.   O parecer da Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Funepu não indicou a instauração de Comissão Processante para aprofundar apuração no convênio firmado com a entidade para o gerenciamento das UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento). O Legislativo deliberou apenas que as denúncias e as informações coletadas pela CEI fossem encaminhadas ao Ministério Público para dar seguimento à investigação de eventuais irregularidades.   Já a Comissão Processante absolveu o secretário municipal de Saúde, Sétimo Bóscolo, de crime de responsabilidade, mas recomendou que denúncias de irregularidades na vacinação contra a Covid-19 sejam apuradas pela promotoria estadual.

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