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Barragem vai atender demanda por cerca de dois meses no período de estiagem, quando o rio Uberaba “seca”
Aberta ontem, licitação para obra da represa do rio Uberaba tem 13 empresas na disputa pelo contrato. A expectativa é dar início às obras ainda no primeiro semestre de 2019. O prazo para concluir a barragem é de 2 anos, conforme o edital.
O serviço foi dividido em partes e duas empresas serão contratadas. Uma para o gerenciamento e fiscalização, orçado em R$1.531.637,54. A outra para a execução da obra efetivamente, estimada em R$25.695.869,61.
A empresa A1MC Projetos (Outro Branco/MG) foi a única a entregar documentação para participar da parte de gerenciamento técnico e fiscalização de obra da represa. Já para a execução da barragem, 12 empresas entregaram documentaçã Construtora Terrayama Ltda. (Belo Horizonte-MG), Construtora Artec S/A (Brasília-DF), Construtora Triunfo S/A (Curitiba/PR), Top Empreendimentos Ltda. (Nova Lima/MG), Construtora Nóbrega Pimenta Ltda. (Uberaba), BT Construções Ltda. (Uberlândia), Construtora Sodeste Ltda. (Uberlândia), Esteira Locadora de Máquinas Ltda. (Uberaba), Transvias Construções e Terraplanagem Ltda. (SP), Construtora J.J Ltda. (São Cristóvão/SE), Planex Engenharia Ltda. (Goiânia/GO) e o Consórcio Prainha Uberaba (composto pelas empresas GCE S/A, de Guará/DF, e GW Construções e Incorporações Ltda., de Brasília/DF).
A etapa inicial da licitação consiste na entrega da documentação e propostas de preço. A Comissão Permanente de Licitação fará primeiramente as análises documentais para verificar as empresas estão habilitadas, seguindo as regras do edital. Em seguida, serão abertas as propostas de preços.
A expectativa da direção da Codau é que ainda no final deste semestre seja dada a ordem de serviço para início das obras, mas o cronograma depende de não haver entraves no processo de licitação ou contestações na Justiça. A barragem terá uma área de inundação de 35 hectares e vai reter uma quantidade de água suficiente para atender a demanda da cidade por cerca de dois meses no período de seca, quando historicamente o rio Uberaba diminui a sua vazão.