Aconteceu ontem a primeira rodada de negociações entre a Prefeitura e o Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba. O primeiro contato foi com a secretária de Educação
Divulgação/SSPMU
Comissão de Assistência aos Servidores da Câmara se encontrou com a direção do Sindicato dos Servidores
Aconteceu ontem a primeira rodada de negociações entre a Prefeitura e o Sindicato dos Educadores do Município de Uberaba (Sindemu). O primeiro contato foi com a secretária municipal de Educação, Silvana Elias (PMDB), para discutir os itens administrativos e pedagógicos da pauta de reivindicação da categoria. Até o fechamento desta edição os sindicalistas ainda estavam em reunião com a secretária e não havia informações sobre o andamento das negociações. Entre os assuntos a serem discutidos neste primeiro momento estavam em pauta, por exemplo, superlotação nas salas de aula e a necessidade de contratação de profissionais para o corpo técnico das escolas e Cemeis. O debate em torno do piso nacional do magistério deverá ser realizado diretamente com o prefeito Paulo Piau (PMDB) em breve. Já o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Uberaba (SSPMU) tem expectativa de começar a negociação com o governo municipal na próxima semana. A Secretaria da Fazenda já concluiu o levantamento de impacto financeiro para embasar a contraproposta da Prefeitura e o presidente do SSPMU, Luís Carlos dos Santos, obteve informação extraoficial de que uma reunião com sindicalistas já estaria pré-programada para terça-feira (25) na agenda do prefeito. Enquanto não há confirmação do encontro com Piau, a diretoria do sindicato se reuniu ontem com os vereadores da Comissão Permanente de Assistência aos Servidores para tratar das pautas de reivindicação da categoria. Integrantes da comissão, Marcelo Borjão (DEM), Ismar Marão (PSB) e João Gilberto Ripposati (PSDB) se comprometeram a auxiliar nas negociações tanto com a Prefeitura quanto com o Legislativo. Os parlamentares levaram cópias da pauta e farão uma reunião da Comissão para discutir os itens detalhadamente. À Prefeitura, o funcionalismo municipal reivindica 13,3% de recomposição salarial e 15% de aumento real; ajuste no tíquete de R$270 para R$400; abono natalino de R$400; reformulação do plano de carreira; pagamento dos salários até o último dia útil do mês de referência, entre outras melhorias nas condições de trabalho. Já os servidores da Câmara solicitam 17% de aumento real nos salários; plano de carreira; aumento do tíquete de R$380 para R$480, e jornada de trabalho de seis horas para todos os funcionários.